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Resina Termoplástica

Obras executadas pela Ímpar Brasil

A impermeabilização com resina termoplástica (frequentemente aplicada na forma de argamassas poliméricas flexíveis) é um sistema bicomponente que une a resistência do cimento e agregados selecionados à elasticidade de resinas acrílicas e fibras sintéticas.

Aplicada na forma de pintura (com trincha, vassourão ou projeção mecanizada), ela se molda perfeitamente à estrutura, formando uma barreira flexível e de aderência superior aos substratos cimentícios. É a solução de engenharia perfeita para áreas que serão posteriormente revestidas ou enterradas.

Quais são os grandes diferenciais deste sistema?

Quando utilizamos a formulação da resina termoplástica de alto desempenho com fibras sintéticas incorporadas, o sistema entrega vantagens como:

  • Absorção de Microfissuras: A elasticidade permanente da resina, somada à ação das fibras sintéticas, confere à membrana a capacidade de absorver microfissuras do substrato cimentício provocadas por variações térmicas ou estruturais.
  • Estanqueidade (Pressão Positiva): Possui alto desempenho hidráulico, suportando colunas de água com pressões de até 70 m.c.a. (metros de coluna de água).
  • Proteção do Concreto e Armaduras: A barreira formada protege o concreto contra a carbonatação e a penetração da água, não provocando corrosão no aço das armaduras.
  • Potabilidade Segura: É um material atóxico após a cura, sendo totalmente seguro para a impermeabilização de reservatórios de água potável (após a devida higienização da cura).
  • Aderência Direta de Revestimentos: Permite a aplicação de argamassa colante para assentamento de azulejos e cerâmicas diretamente sobre a impermeabilização, otimizando o cronograma da obra.

    Onde a Resina Termoplástica é indicada?

    Por ser uma tecnologia que não pode ficar exposta aos raios UV e às intempéries, a necessidade de proteção da resina varia conforme o ambiente. Em estruturas confinadas, como reservatórios, a proteção mecânica é dispensada, ficando a membrana em contato direto e seguro com a água. Já em áreas de uso comum, ela atua sob o revestimento.

    Ela é amplamente recomendada para:

  • Caixas d’água e reservatórios de água potável: Aplicação direta, sem necessidade de proteção mecânica (contrapiso);
  • Estações de tratamento de água e torres de refrigeração: Operação segura em contato direto com os fluidos;
  • Piscinas elevadas, enterradas ou semienterradas: Atuando com excelência sob o revestimento final (como azulejos ou pastilhas);
  • Áreas frias internas (banheiros, cozinhas e lavanderias): Proteção estrutural sob o piso acabado;
  • Estruturas de concreto diversas: Sempre que receberão acabamento posterior.

    Atenção Técnica:

    A membrana impermeabilizante em si não foi desenvolvida para receber o tráfego direto de pessoas. Em locais de circulação (como banheiros e áreas frias), o sistema atua de forma segura e invisível por baixo do piso acabado. Para garantir sua total integridade, a resina não deve ficar exposta ao sol e às intempéries, exigindo confinamento (em reservatórios) ou o assentamento do revestimento final logo após o término do período de cura. Além disso, este tipo de sistema não é recomendado para áreas sujeitas a trânsito de veículos (mesmo com proteção mecânica).

    A avaliação técnica vem antes da escolha do sistema

    A resina termoplástica não perdoa falhas de preparo. O substrato precisa estar estruturalmente são, totalmente livre de nata de cimento, óleos ou partículas soltas, e deve ser umedecido até a condição “saturada-seca” antes da aplicação. Além disso, detalhes como cantos (que devem ser arredondados em formato de meia-cana) exigem tratamento prévio.

    Por isso, na Ímpar Brasil, nossa equipe realiza uma vistoria técnica no local para diagnosticar o estado do concreto e o uso futuro do ambiente. Só assim podemos garantir se a aplicação de argamassas poliméricas flexíveis é a solução mais segura para a sua estrutura, ou se haverá necessidade de combinar tecnologias.

  • Perguntas Frequentes

    Varia conforme o número de demãos necessário e as condições climáticas - o produto exige intervalo de secagem entre uma camada e outra. Definimos o prazo exato após a avaliação técnica.

    Em reservatórios, é comum recomendar um teste de carga (enchimento por um período determinado) antes da preparação da superfície, para identificar eventuais fissuras que só aparecem sob o peso da água.

    Não. A aplicação deve seguir demãos finas e cruzadas, conforme especificação do fabricante - camadas muito espessas de uma vez só podem prejudicar a secagem e o desempenho do sistema.

    Sistemas bem especificados costumam apresentar boa resistência a raios UV e variação térmica, mas isso depende da formulação do produto - por isso a especificação correta é importante.

    Existem sistemas específicos indicados para esse uso, mas nem todo produto de resina termoplástica é certificado para contato com água potável - isso deve ser confirmado antes da aplicação.